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O incrível caso do desaparecimento do botão direito do mouse

Publicado em 21/04/2012 por

Sabia que no Mac também existe a opção de usar o botão direito do mouse?
Alguns caminhos:

1. Segure a tecla CONTROL (não é a COMMAND) e clique no ícone. Vai aparecer o menu contextual. Esse é o caminho rápido. E chato.

2. Vá às PREFERÊNCIAS DE SISTEMA > MOUSE.

Habilite o segundo botão do mouse ali. Pronto. Quando você clica no botão da direita, o OS X entende que você quer ver o menu contextual.

Preferências de Sistema

Preferências de Sistema, no seu dock ou no menu da maçã.

3. No caso de trackpads e magic mouse, a coisa fica bem mais divertida.

Nas Preferências de Sistema existem diversas possibilidades e configurações interessantes, que permitem que você aproveite ao máximo essa ferramenta de interação com o Mac. Configure cliques, multitoques para navegação e acesso às diversas vantagens que o OS X oferece:

Cliques...

Cliques...

Arrastos e zoom...

 

Gestos multitoque

Experimente, veja os filmes de demonstração e agilize seu trabalho com o Mac.

Experiência pessoal:

Sou um usuário peculiar. Não gosto muito de  usar o mouse. Prefiro usar uma mesa digitalizadora do tipo Wacom (comprei a minha na AllSell, em São Paulo).

É maps natural usar uma caneta do que um mouse. E mais gostoso.

Junto com o trackpad do MacBookPro, e seus gestos multitoque, a sensibilidade da caneta e o controle natural que o movimento de escrever permite, sumiram as dores por lesão de esforço repetitivo no punho e o trabalho fica mais ágil. Além do que consigo desenhar mais naturalmente no computador. O modelo que uso é o mais simples, o Bamboo.

 
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O fim do Flashback, no Mac pelo menos.

Publicado em 12/04/2012 por

Quem não esteve fora deste universo nos últimos dias deve ter lido alguma notícia sensacionalista apontando a infecção de um malware, do tipo cavalo de Tróia, chamado FlashBack. Que a Apple demorou pra responder, que o sistema não é tão seguro assim, que é um absurdo isso acontecer etc e tal. Como os veículos vivem de leitores, falar mal da Apple pra chamar a atenção é sempre um tiro certeiro: o iPad esquenta (menos que os Androids), o iPhone tem problema na antena (se você segurasse de um jeito que bloqueasse o sinal) e assim por diante.
Bom, voltando ao que interessa,  a Apple liberou hoje uma atualização para o Java que acaba com a infecção usando essa linguagem. E, retomando o tom ufanista, o problema não era do OS X, mas sim uma fragilidade do Java.
Enfim, segue o caminho das pedras:

1. Clique no menu da maçã, no canto superior esquerdo da sua tela. É bom fazer isso uma vez por semana…

Atualize o sistema através do menu da maçã do seu Mac. Canto superior esquerdo.

Atualize o sistema através do menu da maçã do seu Mac. Canto superior esquerdo.

2. Espere o sistema verificar as atualizações disponíveis. A que importa, nesse momento, é a JAVA FOR OS X 2012-003. Mas se tiver outras pra fazer, aproveite.

Elimine o Flashback com um clique

3. Clique em Install.

4. Não tem passo 4. Ao fim da instalação seu Mac estará livre do Flashback pra sempre.

É assim que funciona no Mac. Não é assim que funciona no Windows.

 
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Trocando de ícone como quem troca de roupa.

Publicado em 25/03/2012 por

Desde os tempos das cavernas, os Homo neandertalensis curtiam alterar os ícones dos seus Macs, para ficar mais bonitinho (tinha uns neandertais com bom olho pra design, as paredes das cavernas estão aí pra provar) ou para ajudar na organização dos seus arquivos.

Eu curto bastante trocar os ícones para ajudar na organização, assim como usar os labels do Finder. E é muito simples fazer essa troca.

O primeiro passo é conseguir ícones legais. Tem um monte na internet. Eu gosto muito dos que o pessoal do Iconfactory faz, em especial os do David Lanham (@dlanham no twitter), baita ilustrador, com um estilo a la Moebius.

Bom, cortemos as divagações e mãos a obra.

1. Ache o ícone que te interessa. Selecione e copie (COMMAND+C).

Selecione o ícone que vc quer usar. Um clique basta.

Copie o arquivo desejado. COMMAND+C

2. Selecione a pasta/disco/arquivo que vc quer alterar o ícone e selecione o menu FILE > GET INFO (ou pressione COMMAND+I).

COMMAND+I para acessar as informações do que vc selecionou.

 

3. Na janela das Infos, clique no ícone pequeninho, no canto superior esquerdo, ao lado do nome. Não é o da barra da janela.

Dê um clique nesse ícone para selecioná-lo

4. Cole (COMMAND+V). O ícone novo deve aparecer. E assim ficará.

Pronto. Novo ícone à disposição.

Novamente, isso é bastante útil para organizar as pastas. Na imagem acima deixei cada disco/pasta com um ícone diferente.

É mais fácil para identificar ao bater os olhos e fica muito mais bonitinho.

Imagine que você é paranóico como eu e adora ter as pastas de trabalho separadas por clientes. Você pode colocar o logo de cada cliente na respectiva pasta.

AVISO: o povo que usa Windows acha isso uma bobagem e coisa de quem não tem o que fazer. E que é muito mais legais as pastas do jeito que vêm no sistema (até eles perceberem que algumas tem ícones personalizados).

 
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Como eu desinstalo um aplicativo?

Publicado em 18/03/2012 por

Um defeito do MacOS X é não ter um aplicativo próprio para a remoção de aplicativos. O Windows tem, o Mac não.

Bom, existem alguns caminhos para desinstalar um aplicativo no MacOS X. Você pode simplesmente jogar o aplicativo no lixo, mas isso deixa alguns arquivos escondidos nas pastas de sistema. Nada muito sério, mas é lixo digital… E eliminar isso na mão e na raça requer habilidade e poderes sobrenaturais (ou um diploma de nerd escovador de bits master).

O que eu costumo fazer é usar um aplicativo para isso. E o meu preferido é o AppCleaner, porque ele retira tudo o que fica escondido nas pastas de sistema.

1. Navegue até http://www.freemacsoft.net/appcleaner/ e faça o download gratuito do AppCleaner.

http://www.freemacsoft.net/appcleaner/

2. Você receberá um arquivo ZIP na pasta Download. Descompacte-o (clicando duas vezes sobre ele, não precisa de um aplicativo pra isso). Depois de descompactar, arraste o icone do APPCLEANER.APP para a pasta Aplicativos, que fica no seu HD (uma dica extra, no Finder, para abrir a pasta Aplicativos aperte COMMAND+SHIFT+A).

3. Abra o AppCleaner. A tela é simples, mas muito eficiente.

Só três botões. Isso é que é eficiência.

3. Vamos eliminar um aplicativo. Clique no botão Applications. Ele vai exibir uma lista gigante, com todos os aplicativos que estão instalados no seu Mac. Até uns que vc não sabia que tinha.

4. Ache (pode usar a lupinha no canto superior direito) o aplicativo que você quer remover. Eu achei o Disco, um queimador de DVD muito legal (vale a pena instalar se você costuma queimar DVDs), mas que estou usando pouco, para exemplificar.

5. Clique em SEARCH. O AppCleaner vai procurar os arquivos relacionados e que poderão ser removidos.

O AppCleaner localiza os arquivos que ficam escondidos na pasta do sistema.

Aqui uma dica extra: muitas vezes os aplicativos apresentam comportamento errático e esquisito. Procure-o com o AppCleaner, desmarque tudo menos os arquivos que tem o .plist no nome (são as preferências). Clique em Delete. Abra novamente o aplicativo com problemas e deve voltar ao normal.

6. Tendo certeza que é esse o aplicativo que quer remover, clique em DELETE. Ele será apagado, com todos os seus penduricalhos.

7. Outro caminho: caso você não tenha paciência para procurar na lista gigante do AppCleaner, abra a pasta de aplicativos do Finder e arraste o ícone do aplicativo a ser removido para a área demarcada no AppCleaner (Drop Apps Here). E volte para o item 5 desse tutorial…

Outro caminho: arraste o icone do aplicativo para a área marcada no AppCleaner.

8. Widgets: outra coisa que o AppCleaner ajuda é a eliminar os widgets do Dashboard que você não usa. O funcionamento é o mesmo que um App.

Remova seus Widgets desnecessários.

 

 
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Vídeo básico

Publicado em 07/03/2012 por

O QuickTime é o controlador de mídias padrão do OS X. E ele é bem poderoso. Mas tem alguns formatos de vídeo para os quais ele não está preparado para exibir.

Por exemplo, o Windows Media Video, formato padrão da Microsoft e bastante difundido na internet. Além de outros, menos famosos.

A parte legal é que não é necessário (se você não quiser) ficar instalando inúmeros tocadores de vídeo. Basta adicionar uns plug-ins, pequenos apetrechos que implementam as capacidades do QuickTime.

No meu OS X, como não sou exímio utilizador de vídeos, instalei apenas 3: Flash Player (para rodar os pesados arquivos criados com a ferramenta da Adobe), o Perian e o WMV Components. Não falarei do Flash, porque muito provavelmente você já o tem instalado. Se não, visite www.adobe.com e o player está lá, na primeira página, para download.

Perian

Não a toa usa um ícone de canivete suíço. Esse plug-in é bastante poderoso, permitindo ao QT entender diversos formatos de vídeo: MS-MPEG4 v1 & v2, DivX, 3ivx, H.264, Flash Video, Flash Screen Video, On2 VP3, VP6, VP8, H263I, HuffYUV and ffvhuff, Indeo 2, 3 & 5, MPEG-1, 2 & 4 Video (in supported formats), Fraps (up to v4), Windows Media Audio v1 & v2, Flash ADPCM, Xiph Vorbis (in Matroska), MPEG Layer I and II audio, DTS Coherent Acoustics audio, Snow wavelet video, DosBox video, Nellymoser ASAO audio, AVI file format, FLV file format, NUV file format, MKV file format, e as legendas (Advanced) SubStation Alpha, SRT, SAMI, VobSub, AC3 audio — Eu nem sabia que existiam tantos, mas achei legal colocar esse monte de nomes.

1. Visite www.perian.org

2. Clique em Download Perian, o link grandão no meio da página.

3. Será feito o download de um arquivo chamado PERIAN_1.2.3.DMG (no caso desta versão). Dê dois cliques e aparecerá um novo disco.

Ao clicar no DMG, um novo disco é montado na área de trabalho.

O Perian.prefPane é uma peferência do sistema. Quando você clicar duas vezes sobre o ícone no canto superior esquerdo, ele se instalará sozinho.

3. As configurações de fábrica atendem muito bem. Caso você tenha conhecimento para tal, pode realizar ajustes finos. Eu deixo no básico. Assim, o Quicktime consegue abrir e executar os formatos de vídeo suportados.

WMC Components for QuickTime

A Microsoft usa um formato proprietário para codificar os vídeos. O jeito mais rápido para reproduzi-los é usando um plug-in para QuickTime da própria Microsoft.

1. Navegue para www.flip4mac.com

2. A Telestream vendeu o Flip4Mac para a Microsoft. Não se assuste. Clique no TRY do ícone Flip4Mac WMV, a bolinha verde do lado esquerdo. Essa é a versão gratuito, que dá conta do recado.

3. Clique no botão laranja escrito Download Now.

4. Você receberá o arquivo Flip4Mac_WMV_2.4.1.4.dmg.

5. Clique duas vezes no DMG para montar o disco na área de trabalho.

6. Clique duas vezes em Flip4Mac WMV.mpkg para iniciar a instalação. Quando vir a tela abaixo, clique em CUSTOMIZE e desmarque o Silverlight. A não ser que você use. Mas eu nunca usei.

Clique em Customize

Desmarque o Silverlight. Nem sei pra serve isso, mas não me fez falta até agora...

7. Ao final deste processo você terá dois novos icones nas Preferências de Sistema. E seu QuickTime será capaz de exibir a maioria dos formatos de vídeo disponíveis.

Plug-ins instalados.

Extensões do Safari

1. Nas preferências do Safari (menu Safari > Preferências) clique em Extensões.

Extensões do Safari

2. Clique em Get Extensions para navegar em busca de plug-ins para o Safari. O que nós queremos é o ClickToFlash.

3. Após localizar o ClickToFlash, clique no botão azul Install Now. Após a instalação ele deve mudar para branco e exibir Installed.

4. Deixe as extensões ligadas e o ClickTo Flash habilitado.

5. Quando navegar para algum site que tenha conteúdo em Flash, você verá uma caixa cinza escrito FLASH. Se clicar nela, o conteúdo é exibido. Isso economiza banda de internet e tempo na navegação:

O conteúdo em Flash fica disponível a um clique.

6. A parte mais legal é quando se navega para um site como o YouTube, onde o conteúdo pode estar em MP4. O ClickToFlash permite que você escolha se quer ver o filme MP4 no QuickTime (exibindo a caixa cinza escrito QUICKTIME) ou em Flash (clique com o botão da direita e escolha LOAD FLASH).

E os filmes abertos no QuickTime podem ser salvos no seu computador sem muita pirotecnia.

Legal, né?

 
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Novos segredos de um ícone

Publicado em 04/03/2012 por

Complementando um post anterior, o Lion trouxe novidades para os ícones em alguns aplicativos (os da Apple já vêm de fábrica, mas alguns outros de terceiros estão aproveitando o benefício).

Os que conseguem acessar as Versões (como são chamadas), trazem uma pequena seta quando se passa o cursor sobre o nome do arquivo:

Versions

Só alguns aplicativos preparados e adaptados para o Lion exibem essa seta.

Ao clicar nela, o menu das Versões é exibido:

De cima para baixo:

  • Lock: impede que o arquivo seja modificado.
  • Duplicate: cria uma cópia do arquivo, que pode ser guardada com novo nome. O original permanece aberto e intacto.
  • Revert to Last Opened Version: restaura o arquivo para a situação que estava logo que foi aberto.
  • Browse All Versions…: aqui a mágica fica mais legal. Uma ferramenta ao estilo do Time Machine entra em cena exibindo as alterações registradas para aquele arquivo e te permite escolher a versão que quer manter. Pode-se, inclusive, copiar pedaços de uma versão para a outra.

Um mini Time Machine, só para o seu arquivo.

Isso tudo vem associado ao novo sistema de auto salvamento de arquivos.

AUTO SAVE

Você não precisa ficar salvando a toda hora. Alterou o arquivo, o OS X cuida de guardar uma nova cópia. Se quiser um novo arquivo, é necessário duplicar e salvar com outro nome.

É o iOS influenciando o OX S. A intenção é que você se concentre no seu trabalho e não em como e onde isso será guardado.

 

 
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Fecha tudo

Publicado em 24/02/2012 por

Uma novidade no Lion agradou algumas pessoas (eu por exemplo) mas desagradou outros. A possibilidade de automatizar a abertura dos aplicativos e arquivos que estavam em uso quando o Mac foi desligado. O motivo do descontentamento, em geral, é porque a “inicialização” do Mac acaba demorando um pouco mais, quando ele tem que reabrir tudo.

Aliás, um detalhe, eu raramente desligo o Mac. Simplesmente coloco-o para descansar e o acordo quando preciso usar.

Voltando, para que o OS X não reabra tudo na inicialização, basta desmarcar o botão REOPEN WINDOWS WHEN LOGGING BACK IN.

Esse comando vale tanto para o desligar como para reiniciar o Mac.

Obrigado, Majella.

 
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Caminhos abertos

Publicado em 24/02/2012 por

Dica rápida.

Quando você vai salvar um aplicativo, algumas vezes é chato achar o caminho da pasta onde você quer guardar suas coisas procurando no menu suspenso logo abaixo do nome do arquivo.

Tem um jeito mais fácil. Para ver o caminho completo, clique no botão que tem uma seta, ao lado do nome do arquivo:

Clique nesse botão para ver as pastas como no Finder

As pastas são exibidas como no Finder e você pode escolher, confortavelmente, onde guardar seu arquivo.

Escolha o nome e clique em salvar.

 
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Portable Document Format, popularmente chamado de PDF

Publicado em 23/02/2012 por

Em algum momento entre a invenção do escorredor de arroz e do fax, a chegada das impressoras laser levou à criação da linguagem PostScript (PS). Era um jeito de traduzir as informações dos arquivos para que as impressoras entendessem. Isso aconteceu mais ou menos em 1982, por obra da Adobe. Em 1984, Steve Jobs fez uma visitinha pros caras para poder usar a linguagem nas impressoras Apple LaserWriter. Foi o início do boom do desktop publishing.

A Adobe continuou trabalhando na linguagem e adotou seu uso nos arquivos EPS, Encapsulated PostScript, um “envelope” que permitia seu uso por programas gráficos (Photoshop, Illustrator FreeHand, CorelDroga…). E daí surgiu o meu, o seu, o nosso PDF.

A grande sacada do PDF é que ele é aberto em qualquer computador facilmente, pode ter qualidade de tela, pequenos o suficiente para serem enviados pela web, ou refinamentos incríveis, importantes para a impressão com alta qualidade. O PDF é uma tradução de qualquer arquivo para a linguagem PostScript, de forma simples e transparente para o usuário, e que não demanda o uso aplicativos complexos (se você não quiser, claro).

Mas e o que isso tem a ver com o Mac? Tudo. Desde a adoção do PS, a Apple trata os PDFs como um formato nativo no Mac. E criar um PDF no OS X é brincadeira de criança:

1. Em qualquer aplicativo onde se possa imprimir (lembrando, o PDF é derivado de uma linguagem de impressão), mande imprimir  e clique no botão PDF no canto inferior esquerdo.

2. Escolha a opção que você prefere, levando em conta o seguinte (opções padrão):

  • Abrir PDF no Preview: cria o arquivo PDF e exibe na Previsualização. Dali você pode salvar, exportar para outro formato ou fazer alterações (marcações, recortes, etc).
  • Salvar um arquivo no formato PDF com o que você está imprimindo. Seja texto, página da internet, apresentação do Keynote, qualquer coisa. Se dá pra imprimir, dá pra fazer um PDF assim.
  • Salvar um PostScript (pra explicar isso fiz o bla-bla-bla acima).
  • Enviar o PDF por fax (se você tiver um faxmodem conectado).
  • Salvar o PDF no iTunes, e por ele enviar para algum iTreco.
  • Enviar o PDF por email.
  • Salvar o PDF numa pasta Recebidos via Web.

3. Não tem passo 3. :-)

Detalheszinhos:

  • Quando você escolhe Salvar PDF, o OS X assume que você quer o máximo de qualidade possível para aquele arquivo.
  • Você pode salvar um PDF com senha, basta clicar no botão OPÇÕES DE SEGURANÇA e definir as condições e senhas desejadas.

  • O responsável geral pela leitura de PDFs no OS X é o Preview, que dá conta do recado, mas nada impede que você instale o Adobe Reader, o Acrobat Pro, o Illustrator ou outro manipulador de PDFs de sua preferência.


  • Outro “filhote” do PostScript é o formato AI (Adobe Illustrator). Todos eles são reconhecidos naturalmente no OS X.
 
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Digite sua senha

Publicado em 21/02/2012 por

Uma das grandes vantagens do MacOS X sobre o Windows é que não existem vírus no mundo da maçã, certo?

Mais ou menos. É, mas não é tanto.

Por razões diversas (número de usuários, estrutura do sistema operacional…) o povo do mal não desenvolve vírus capazes de infectar o MacOS X com a mesma voracidade que acontece no Windows. Mas isso significa que não existam aplicativos maliciosos pra MacOS X. Existem até antivírus pra MacOS X! E um monte de notícias sensacionalistas sobre o surgimento do ‘primeiro vírus capaz de atacar os Macs’.

Eu não duvido das bruxas, e por isso tomo alguns cuidados muito simples e eficientes.

Usuário

Quando você liga o seu Mac novinho pela primeira vez, preenche um monte de telas com informações pessoais, registra o seu Mac na Apple etc e tal. O que ninguém fala é que esse usuário é muito poderoso. É o chamado Administrador. Usando esse tipo de conta consegue instalar aplicativos, modificar configurações e, infelizmente, permitir a ação de aplicativos maliciosos.

Minha sugestão: se você está começando agora, preencha os dados do Administrador com o mínimo necessário, registre o Mac e pare por aí.

1. Vá ao System Preferences e clique em Accounts ou Users and Groups, na quarta linha.

Preferências de Sistema

Selecione Accounts para criar contas novas para usuários 

Note que o usuário ideal para o dia a dia é o Standard.

2. Clique em + para incluir uma nova conta.

3. Deixe a conta como Standard (Padrão). Preencha os dados, defina uma senha e selecione CRIAR USUÁRIO.

[/caption]O usuário padrão consegue utilizar o Mac normalmente, mas é impedido de instalar programas ou fazer alterações (pra não dizer besteiras) que possam comprometer a segurança do sistema.

 
© AleMello – MacTutorial
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